Coletar materiais naturais, ou os tesouros da natureza, - como gosto de me referir à eles, - é uma prática ancestral.
No entanto, precisamos refletir enquanto adultos, sobre nossa postura no momento em que a criança colhe uma florzinha do chão e oferece de presente à alguém, e em como reagimos ao entusiasmo de uma criança que acaba de encontrar um belo galho pelo caminho, e decide pegá-lo.
Percebo que, para naturalizar a prática da coleta no cotidiano da criança, precisamos rever as concepções que foram ensinadas à elas, de uma forma generalizada, sobre o que é sujo ou limpo, sobre o "pegar do chão".
Antes de tudo, é necessário demonstrar claramente à criança a nossa permissão e interesse na ação da coleta, a fim de encorajá-la.
É importante ajudá-la a elaborar que o material natural vem da natureza. Que às vezes ele tem um tantinho de lama ou de terra grudado, mas que é limpo, é orgânico!
No entanto, precisamos refletir enquanto adultos, sobre nossa postura no momento em que a criança colhe uma florzinha do chão e oferece de presente à alguém, e em como reagimos ao entusiasmo de uma criança que acaba de encontrar um belo galho pelo caminho, e decide pegá-lo.
Percebo que, para naturalizar a prática da coleta no cotidiano da criança, precisamos rever as concepções que foram ensinadas à elas, de uma forma generalizada, sobre o que é sujo ou limpo, sobre o "pegar do chão".
Antes de tudo, é necessário demonstrar claramente à criança a nossa permissão e interesse na ação da coleta, a fim de encorajá-la.
É importante ajudá-la a elaborar que o material natural vem da natureza. Que às vezes ele tem um tantinho de lama ou de terra grudado, mas que é limpo, é orgânico!
A liberdade de brincar com a natureza e realizar coletas nesses ambientes deve vir associada ao vínculo de confiança entre a criança e o adulto que a acompanha. É necessário elaborarem juntos a noção do que pode ser tocado ou não, desenvolvendo a percepção para os riscos, como no caso de folhas e flores espinhosas, animais e insetos, cogumelos etc.
Outros materiais, como as conchinhas, podem ser coletadas em pequena quantidade, bem como os gravetinhos, florezinhas e folhinhas caídas no solo. O tanto que caiba em uma mão ou duas, pois assim não prejudicaremos o ecossistema.
Cabe também estabelecer alguns limites, que vem relacionados à consciência de que as plantas tem vida, e por isso não arrancamos seus galhos, suas folhas, suas pétalas. O coletor recolhe o que a natureza por alguma razão dispensou.
Cabe também estabelecer alguns limites, que vem relacionados à consciência de que as plantas tem vida, e por isso não arrancamos seus galhos, suas folhas, suas pétalas. O coletor recolhe o que a natureza por alguma razão dispensou.




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